Que arde lentamente, como se fosse possível pausar uma imagem.
Num riso perco-me numa memória forçada a ser esquecida. Para que nela não apareça tormento pela qual a noite vindoura seja serena.
Esqueço-me para que não seja esquecido para que seja lembrado numa lembrança que foi marcada.
Por uma saudade no futuro faço boas recordações hoje, porque cada momento é curto, curtas são as palavras para aitngir um alvo vulnerável que se mostra recetivo a ouvir.
É nestes momentos em que a nuvem passa, estou acompanhado com alguém que não sou eu, alguem que entra e sai numa porta, onde ha um misto de euforia, alegria e tristeza que me faz escrever.
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