domingo, 12 de janeiro de 2020

Olhos avelã

Vamos lá e depois voltamos nem parece que estamos aqui.
Quando teu cheiro me seduz, tua lingua humida soboreia minha saliva.
Es um paraíso perdido e encontrado.
Teus olhos são como duas margaridas a sorrir onde a cor avelã é predominante.
No escuro vejo teu brilho, não o brilho de vidros , mas do teu ser, teu ser que é o mesmo quais letras caiam e se expremiam de forma meiga e adorável que assim conheci.
Voltando ao mesmo, e a um tempo distante onde anos verdes nos teriam unido numa brincadeira, ou partilhar de uma merenda
Reecontrados abraçados na tenra idade onde ha um periodo de tempo que se deslocou sobre  erros e felicidade, que nos trouxe ao presente
Perdemos , nas não perdemos tudo, encontramos novas formas de ganhar atraves da ingenuidade  da nossa forma de perder.

Para Be...

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